IDEOne – Correr código fonte
Dezembro 30, 2009
Desde algum tempo que me aventuro na programação, quer de forma voluntária, quer a pedido de amigos ou profissionalmente. Encontrei esta ferramenta que nos pode ajudar bastante, principalmente quando não descobrimos um determinado erro no nosso código. Quantas vezes não telefonamos a um amigo para ver se nos ajuda, e lá temos que mandar o código, ele tem de compila-lo e etc…
Pois bem, nesta página que vos apresento hoje, isso deixa de ser problema. Podemos apenas copiar para lá o código e ele será compilado.
Corre vários tipos de linguagem.
Esta ferramenta é excelente e por isso destaco-a como sendo uma das mais úteis que descobri este ano.
Fica aqui o link para poderem testar a vontade.
Bom fim-de-semana
Novembro 27, 2009
Olá a todos. Para aqueles que pensaram que eu desapareci por uns tempo, podem ficar descansados que não. Apenas estive no Brazil em trabalho com os alunos do meu CEF
Vou a partir de agora tentar participar mais vezes, pois parece que as coisas agora começam a acalmar na escola.
Hoje deixo-vos um video muito interessante. Divirtam-se.
Ofertas de escola
Setembro 22, 2009
Este ano o ME decidiu que os professores de informática que não fossem profissionalizados não poderiam concorrer ao concurso nacional.
Acontece que existem mais docentes não profissionalizados que o inverso. O ME deu às escolas a possibilidade de escolher os critérios e escolher os professores (julgo que pelos critérios definidos). Mas na realidade não é isso que está a acontecer. Na minha ultima conversa ao telefone com uma escola, o critério seleccionado foi “Ao calhas“. Pois bem, como os primeiros seleccionados não aceitaram, então o critério virou-se para os últimos classificados, pois assim a probabilidade de arranjar colocação sem desistências aumenta. Acontece que eu até concorri para o horário em causa e até sei que estão lá pessoas colocadas com graduação inferior a mim. Venho desta forma denunciar isto e para os colegas que estão à espera de colocação abram os olhos e mexam-se se não ficam em casa. Neste momento já estou colocado a cerca de 40 km de casa e já me contactaram de várias escolas. Desde o Algarve (Aljezur, Montenegro, Albufeira), passando por Lisboa (Lumiar, Cacém), Guarda (Trancoso), Viseu (Sta Cruz da Trapa, Seia, Mortágua, Sta Comba Dão, Vouzela, Tábua), Coimbra (Penacova), Aveiro (Aradas) e Alentejo (Odemira) já todos entraram em contacto, neste momento estou na melhor escola que se pude arranjar. Julgo que vou gostar, mas a escola do ano anterior ficou no coração pela equipa que lá está, e que aguardava por mim para por a informática a funcionar
Para os colegas que costumam ler o meu blog a minha força, e telefonem para as escolas para retirarem toda a informação que achem necessária. Se tiverem uma chamada não a deixem de atender, caso contrário a escola avança para o candidato seguinte, e ficam sem o lugar. Isso já me aconteceu, e poderia ter ficado ainda mais perto da minha residência.
Vamos correr com o Socas?
Setembro 22, 2009

Na minha leitura diária em algumas páginas, surgiu esta no Educare, onde fica claro o que eu disse relativamente aos favorecimentos no blog da profpardal.
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| FNE afirma que o processo de concurso de docentes “está a provocar fortíssimo mal-estar”, não respondendo à exigência de colocação em devido tempo nas escolas onde são necessários. |
| Segundo a Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE), a alteração ao regime de concursos realizada pelo Ministério da Educação este ano “está a transformar esta fase de início de ano lectivo num tormento para milhares de docentes”.
“O que ocorreu foi que o Ministério da Educação legislou no sentido de que, terminadas as colocações feitas centralmente no final do mês de Agosto, as colocações que agora estão a ser feitas através da Bolsa de Recrutamento contêm graves arbitrariedades, admitindo-se que em algumas circunstâncias se possam ter cometido ou venham a cometer ilegalidades”, refere a FNE em comunicado. De acordo com a estrutura sindical, a não publicitação de listas de colocação e não colocação leva a que os candidatos não tenham possibilidade de verificar se foram ou não ultrapassados. “Havendo a possibilidade legal de recurso hierárquico, os candidatos não têm, na prática, qualquer hipótese de utilizar esta forma de contestação, já que não têm condições de verificar o respeito pela graduação profissional de cada um nas colocações que agora estão a ser feitas”, adianta a FNE. Por outro lado, as escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) e as escolas em regime de contrato de autonomia puderam abrir concursos para as necessidades de professores. No entanto, adianta a estrutura sindical, como essas necessidades não foram consideradas para o concurso nacional, muitos candidatos colocados pelos serviços centrais em final de Agosto viram agora aparecer novas vagas, em escolas bem mais próximas das suas residências e para as quais tinham concorrido, mas onde não tinham obtido vaga na fase nacional. “Sendo assim, concorreram agora a estas novas vagas, deixando de ocupar os lugares em que tinham sido anteriormente colocados, fazendo com que nestas escolas surgissem repentinamente novas necessidades”, explica. A FNE refere, também, que as normas determinadas pelo Ministério da Educação para estes concursos “não obrigam ao respeito por regras e procedimentos transparentes que permitam que os candidatos conheçam os restantes candidatos ao concurso de cada escola, que conheçam a graduação estabelecida em relação aos candidatos em concurso, nem que conheçam quem foi o candidato colocado, nem a sua posição relativa na lista de graduação definida pela escola”. Nestas condições, adianta, “estão milhares de candidatos, muitos com muitos anos de serviço e que agora, tendo a expectativa de, pela sua graduação profissional, serem rapidamente colocados numa das vagas que aparecem, se vêem sem colocação e sem possibilidade de recurso sequer, por desconhecerem a situação profissional dos colocados”. Esta situação, segundo a FNE, fez com que hoje muitas escolas ainda não tenham colocados todos os docentes de que carecem para poderem funcionar. A FNE refere ainda que os seus sindicatos prestarão todo o apoio jurídico aos docentes que se sintam prejudicados. |
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Outdoors do PS
Setembro 11, 2009
Existem pessoas que não têm vergonha de serem professores
Setembro 9, 2009
MAIS UMA DESTA CORJA…..
VEJAM ESTE ESCÂNDALO !!!!!
Ora, então os professores e os outros trabalhadores que têm que se deslocar das suas residências, para trabalhar a quilómetros de distância, deixando filhos, cônjuge, pais com idade avançada… que paguem dos seus gordos, chorudos e imerecidos salários!!!!
Mas será possível que andemos todos numa de “zombies”????
Mas será possível que “essas coisas” voltem a ganhar eleições?
Chego a sentir nauseas só de pensar…
Pessoal, vamos lá a acordar!
Breve chegará a altura de escolher o que queremos para nós, para os nossos filhos e netos. Eu não quero isto, nem para mim nem para eles, nem para vós.
Assunto: Despacho n.º 9810/2009: subsídio mensal de residência de € 941,25!
Despacho n.º 9810/2009
Considerando que, nos termos do disposto no Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, pode ser atribuído um subsídio de residência aos titulares do cargo de director -geral e de outros expressamente equiparados, à data da nomeação no local onde se encontre sedeado o respectivo
organismo;
Considerando que o Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, lugar expressamente equiparado a director -geral, tem a sua residência permanente em Aveiro:
Assim, nos termos do disposto no artigo 2.º do Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, determina -se o seguinte:
1 — É atribuído ao presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, um
subsídio mensal de residência no montante de € 941,25, a suportar pelo orçamento da Secretaria -Geral do Ministério da Educação
e actualizável nos termos da portaria de revisão anual das tabelas de ajudas de custo.
2 — O presente despacho produz efeitos desde 1 de Novembro de 2008.
12 de Fevereiro de 2009. — O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos. — Pela Ministra da Educação, Jorge Miguel de Melo Viana Pedreira, Secretário de Estado Adjunto e da
Educação.
E os professores desterrados com família?
Voto útil
Setembro 9, 2009
Não sou pessoa de me meter na politica, mas como este governo me tem lixado a vida andei a pesquisar umas coisas e descobri isto: http://downloadsexpresso.aeiou.pt/expressoonline/PDF/EleicoesPrevisao_210809.pdf
Deixo aqui a todos um pequeno estudo sobre os nossos distritos e da possibilidade que cada partido tem em eleger mandatos (deputados).
Eu por exemplo, sendo de esquerda poderei votar contra o PS, num dos outros dois partidos pois sei que eles elegem mandatos. Agora cabe a cada um olhar para o seu distrito e mesmo que lhe custe, se tiver de ser, votar à direita (por exemplo no PSD).
Sendo professor e sabendo o mal que este governo fez a minha carreira, deixo aqui este achado para que os que ainda estão na dúvida em que partido votar, tomem a decisão correcta.
Não deixem de votar.
Petição a favor da profissionalização
Julho 22, 2009
Anda a circular na Internet uma petição para professores não profissionalizados, que reclamam o facto de ser necessário 6 anos de serviço para realizar a profissionalização na Universidade Aberta.
Segue o link abaixo para todos os interessados assinarem.
Professores em luta
Julho 16, 2009
Espero que os professores olhem para os professores dos Politécnicos e façam o mesmo.
Eram todos contra os professores titulares, mas concorreram e ficaram chateados por não conseguirem entrar na carreira. Depois veio os Directores, todos contra, mas vá lá, o ME disse: “Dou-vos mais uns euros ao final do mês” e foi vê-los a correr para o cargo. Já me esquecia, os avaliadores, todos contra a avaliação, mas por mais 700 euros eu já avalio….enfim….
Os nossos sindicatos, e volto a dizer, ainda bem que não sou sindicalizado, andam todos à procura de “tachos”. Vão para lá e deixam de aturar os putos, que até não são fáceis de aturar, mas o tempo de serviço continua a contar para a reforma “choruda” que vão ter.
Então não podiam já ter feito uma coisa destas!!! Não há testes para ninguém, não há notas!!!!! A ver se a tia Lulu não pensava duas vezes antes de deitar a nossa carreira (infelizmente deixei de ser professor este ano para o ME ) abaixo.
Querem apostar que estes professores vão conseguir atinguir os seus objectivos….



